São 18h47. Saio do trabalho às 19h. Tenho pouco tempo para escrever. Tenho pouco tempo para perceber e descrever o turbilhão de coisas que passam por minha cuca. Tenho um medo do desconhecido, uma idéia embrionária, uma espera inacabável. Espera de que? Ah, todo mundo sabe. Todo mundo se pergunta o que se espera, mas todo mundo sabe! A gente tem aqui no peito o medo do medo, a idéia da idéia e a espera da espera. Tenho outra coisa aqui dentro também, mas isso nem todo mundo tem. Alguns são desprovidos, desfavorecidos.. Tenho o amor! O amor do amor, o amor pelo meu amor. E eu amo!
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